Filmes que andei assistindo #7

6.8.15

Frida

Lançamento: 2002 | Nacionalidade: México, EUA, Canadá
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Esse é um filme que eu nem sabia que existia. Apareceu nas minhas sugestões do Netflix e não hesitei em clicar.
É um filme longo (mais de 2h), mas que prendeu meu interesse do início ao fim. A Frida realmente era uma figura contagiante. O filme conta com detalhes seus sofrimentos físicos devido ao grave acidente que sofreu na adolescência, as inúmeras cirurgias que teve de fazer, como sua família ficou quebrada financeiramente, o que a levou a começar a pintar quadros para vender.
Filha de artista plástico, ela tinha um talento quase nato e criava quadros únicos, tal qual ela era.
O interesse pela arte a levou a conhecer o grande amor de sua vida, Diego Rivera, o mesmo amor que causou tanto sofrimento. No entanto, não desistem um do outro pois o amor entre os dois era mais forte do que as personalidades de cada um.
O filme é uma mescla perfeita entre a vida e a obra de Frida (que na verdade, pintava, basicamente, sobre sua própria vida).
Fiquei completamente apaixonada por essa figura feminina tão forte, tão diferente, destemida e livre de convenções sociais.
Depois de ver esse filme, entendi perfeitamente porque Frida é uma referência tão importante no Feminismo.
Certamente vou buscar conhecer mais de sua vida em outras fontes, e, quando for visitar Buenos Aires, irei ao Museu de Arte Latino-Americana ver a sua obra.
Frida está disponível no Netflix e no Mega Filmes HD.

Tomboy

Lançamento: 2012 | Nacionalidade: França
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Conta a história de um garoto transgênero que muda de cidade e, durante as férias, assume sua identidade masculina, aproveitando-se do fato de que ninguém na nova cidade conhece sua família. Um filme lindo e emocionante, porém triste. A vida das pessoas nessa condição é tão complicada que nem sei se tem como fazer um filme totalmente feliz com esse tema. Enfim.
Seus pais o permitem se vestir e cortar o cabelo do jeito que ele prefere, mas no fundo não entendem a condição do seu filho. Para eles, Laurie apenas "brinca de ser menino". Mikael/Laurie também não sabe se impor, pois nem ele sabe realmente o que há de "errado" com ele, apenas quer viver como ele é: um garoto normal de 12 anos. Por isso ele passa a levar uma vida dupla: em casa Laurie, na rua Mikael.
A única pessoa que parece entendê-lo é sua irmã menor.

No entanto, tudo se torna um grande problema quando as férias terminam e Mikael precisa voltar a escola. É aí que ele começa e sentir na pele como é difícil ser transsexual. Seu relacionamento com a mãe começa a enfraquecer, seu pai o trata bem mas parece ser omisso quanto a essa questão e Mikael vê sua identidade de menino ser destruída perante as outras crianças da rua.

O filme é bem curto e direto, então não tem como eu falar mais sobre sem contar spoiler!
Tomboy está disponível no Netflix.

Edward Mãos de Tesoura

Lançamento: 1991 | Nacionalidade: EUA
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Eu assisti a esse um par de vezes quando criança, mas era pequena demais para entendê-lo de verdade. Eu apenas me sentia fascinada pelo clima sombrio de algumas cenas do filme e pelo visual meio bonequinho frankstein fetichista de Edward.

Na cidade pacata onde todas as casas e carros são iguais (quase, meu irmão é um viciado em carros e disse que os carros são de modelos diferentes hahaha ok né), todas as pessoas levam uma vida sossegada. A única coisa que destoa disso tudo é o grande castelo de um inventor, no alto de uma montanha um pouco afastada da cidade.

A principal mensagem que levo desse filme é que muitas pessoas não sabem olhar para o diferente e simplesmente apreciá-lo. Vão tentar "adequar" o diferente, tornando-o igual a elas mesmas.

Esse filme é sem dúvida um clássico dos anos 90. A doçura e inocência de Edward tocaram meu coração ♥.
Me animei e resolvi que vou assistir à todos os filmes do Tim Burton.
Edward Scissorhands está disponível no NetflixPopcorn Time e até no Youtube.

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