Estive assistindo... #12

22.3.16

1. Deadpool
Ano: 2016. Nacionalidade: EUA. Classif. Indicativa: 16 anos. Clique para ver o trailer.

Meu namorado estava ansioso para ver esse filme no cinema e para acompanhá-lo, assisti também. Imagino que vocês já saibam que eu não gosto de filmes de super heróis pois pra mim todos são iguais.
Confesso que foi bastante constrangedor estar numa sala de cinema lotada de pais com suas crianças vendo esse filme. Em muitos momentos pude perceber o desconforto dos pais, alguns perto de mim chegaram a tapar os olhos e ouvidos dos filhos hahaha.
Não que eu seja uma puritana, mas realmente esse NÃO é um filme tranquilinho pra levar suas crianças pequenas. 
O personagem central é completamente louco do cu, sem papas na língua e sem pudor.
Tem coisas nesse filme que crianças pequenas não estão preparadas para ver. Acho que muita gente foi na onda do "ah, é um filme super engraçado" e achou que poderia levar as crianças junto e se arrependeu amargamente.
Por isso gentes, atenção à classificação indicativa dos filmes. Ela existe por uma razão, ok?
E claro que eu me identifiquei com a menina de cabelo curto e batom escuro, inclusive deu saudade de raspar a cabeça hahaha.

2. Amy
Ano: 2015. Nacionalidade: EUA. Clique para ver o trailer.
Confesso que nunca fui uma grande fã de Jazz, mas conhecia algumas músicas da Amy por tabela, talvez por ela ser uma cantora jovem, atual e que estava mais projetada na mídia. Através do pouco que via dela, a considerava uma artista muito talentosa e admirava o seu estilo com inspiração vintage.
O filme nos dá uma boa ideia de como foi a curta, mas tumultuada vida que ela teve. A impressão que tenho é que ela cresceu muito livre, livre até demais. Acho que os pais dela foram omissos e ausentes no momento em que ela precisou de limites. Na minha opinião, faltou mais cuidado e amor enquanto a Amy estava crescendo. Depois que ela estava adulta e totalmente dependente de drogas e álcool, não havia muito que os pais pudessem fazer, mas mesmo assim eles não fizeram o mínimo (interná-la na reabilitação). A única pessoa que tinha noção do que fazer para ajudá-la era o primeiro produtor, mas sem o apoio dos pais dela, ficou impossível.
Minha experiência como telespectadora foi sentir remorso do meio para o fim do filme, por ver como a Amy foi tão amada por muitos, mas tão pouco cuidada pelos que estavam mais próximos.
Não quero passar a impressão de que sou uma "defensora da moral e da família" com um discurso antidrogas totalmente demagogo, acredito que pessoas adultas e capazes podem fazer suas escolhas e usarem o que quiserem. Inclusive sou a favor da legalização das drogas. pois só assim é possível regulamentar o uso e criar políticas de combate ao uso e de assistência aos usuários (como foi o caso do álcool e do tabaco).
O que estou querendo dizer é que há pessoas que têm tendência a se viciar (não só em drogas ilícitas como em qualquer coisa), seja por razões emocionais ou até fisiológicas e essas pessoas precisam de muita ajuda.

3. Arquivo X
Ano: 1993. Nacionalidade: EUA, Canadá. Clique para ver todas as temporadas.
Arquivo X é uma série policial dos EUA que foi exibida desde os anos 90 até 2002. É sobre dois agentes especiais do FBI Fox Mulder e Dana Scully foram designados para a divisão dos X-Files.
O X-Files investiga casos incomuns, metafísicos, que não podem ser resolvidos através de métodos ortodoxos de investigação e exigem mente aberta de quem investiga. Ou seja, lida com alienígenas, experiências genéticas de natureza duvidosa, conspirações governamentais, planos de colonização do planeta Terra e outros eventos paranormais hahahaha. 
A bem da verdade, nos primeiros episódios os casos são tipo o desenho do Scooby Doo: parecem coisas sobrenaturais, mas são obra de gente mesmo. Em seguida vem os casos estranhos, mas que não dão evidências de serem sobrenaturais. Depois que você começa a se perguntar "cadê os ET's dessa série?" é que começam os casos metafísicos mesmo.
O que mais me mantém interessada nessa série:
- é sempre bom assistir algo com uma personagem feminina protagonista e relevante para a história. A agente Scully além de ter uma ótima ficha como policial do FBI, antes de ir para o X-Files era treinadora de outros policiais. Ela também é médica legista e graduada em física e biologia, sua formação traz todo um diferencial para as investigações.
- como a série se passa ao longo dos anos 90, é muito legal ver como era a tecnologia da época e como isso influencia totalmente nas investigações da dupla de policiais. Outra coisa interessante é que a série estreou de novo dia 24 de janeiro de 2016. Assim que eu terminar todos os episódios que estão na Netflix já vou dar um jeito de ver a continuação. O contraste vai ser grande demais, acredito!
- Os parceiros Scully e Mulder têm personalidades opostas. A Scully é uma cientista e o Mulder tem a mente aberta para a natureza dos casos investigados. E justamente por isso que o governo colocou a Scully no X-Files, para ter um contraponto.
E é isso, por enquanto preciso parar de pesquisar sobre a série pois já estou pegando muito spoiler! :(

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